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German Pérez, 1999. Violão flamenco.

  1. -Fundo e lateral de Cipreste

  2. -Escala em Ébano

  3. -Tampo de Pinho Abeto Alemão


Utilizo as cordas D’Addario Pro Arte Extra High Tension - EJ44.


Quando fui a primeira vez para Granada, passei no atelier do luthier German Perez. Não estava pensando em comprar violão nenhum, e muito menos com dinheiro suficiente. Para matar a curiosidade, vi esse violão, que já estava pronta e pedi para provar. Ele foi muito gentil e logo já estava eu tocando nele. Não sei explicar, mas foi amor a primeira vista. Depois disso eu fui lá todos os dias para tocar no violão. Não aguentei e acabei comprando. Tem uma tocabilidade incrível, excelente volume e um timbre flamenco que encaixa com a música brasileira (e vice versa!) que é impressionante.

© Todos os direitos reservados - Abdallah Harati - 2009

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Francisco Munhoz, 2000. Violão 7 cordas de nylon.

  1. -Fundo e lateral de Jacarandá da Bahia

  2. -Escala em Ébano

  3. -Tampo de Pinho Abeto Alemão


Desde os tempos do Clube do Choro de São José dos Campos em 1994, um grande amigo e excelente violonista  Alexandre Wuensche tinha um Munhoz de 8 cordas. Que som! Era impressionante.  Logo que regressei a minha cidade natal, São Paulo, em 1997, fui fazer aulas com o grande mestre Ulisses Rocha. Ele tinha um Munhoz quer era excepcional. Nossa, me lembro até hoje desse violão. Naquela época, o Munhoz ainda estava em São Paulo e fui obrigado a fazer uma visita. Acabei encomendando o meu!


Nesse violão, utilizo o rastilho e a pestana também de Ébano. O próprio Francisco Munhoz me recomendou utilizar as cordas Augustine Regals. Após vários testes, a minha preferência foi pela D’Addario Pro Arte Extra High Tension - EJ44. Para a sétima corda (7ª), utilizo a Hannabach vermelha , corda sí extra high tension.


Leia aqui um artigo interessante sobre os violões Munhoz (apenas em português).


Esse violão tem um timbre fantástico, que eu utilizo para gravar, microfonado por um SM-57 da shure e para apresentações que permitem serem acústicas.

Raimundo Saraiva, 2002. Violão 7 cordas de nylon.

  1. -Fundo e lateral de Pau Ferro

  2. -Escala em Ébano

  3. -Tampo de Pinho Abeto Alemão

  4. -Captação RMC


Na necessidade de um bom violão de 7 cordas com captação, meu primo achou essa preciosidade la no atelier do próprio luthier. Foi outra paixão a primeira vista e acabei comprando.


Utilizo as cordas D’Addario Pro Arte Extra High Tension - EJ44. Para a sétima corda (7ª), utilizo a Hannabach vermelha , corda H (Sí) Extra High Tension.


Esse violão tem um timbre bem bonito, apesar de um pouco inibido pela captação RMC. É o meu violão de trabalho, que utilizo para gigs e apresentações “amplificadas”. Tem uma tocabilidade fantástica! Note o detalhe da tarraxa da quarta corda, que é no meio da paleta.

Yamaha Silent Guitar SLG 100N, 2003. “Frame” de nylon.

  1. -Captação B-Band no rastilho


Santa tecnologia! Com a quantidade de viagens, comprei esse violão para facilitar a minha vida. Já estudei até em aeroporto com essa “criança”.


Utilizo as cordas D’Addario Pro Arte Extra High Tension - EJ44.


Com um excelente captador associado ao pré (que tem até reverb) esse violão “plugado” é uma beleza. Utilizo para estudos em locais que não dá pra fazer barulho e apresentações quando não necessito o 7 cordas.

Régis Bonilha, 2003. Violão 7 cordas tradicional.

  1. -Fundo e lateral de Freijó

  2. -Escala em Ébano

  3. -Tampo de Pinho Abeto Alemão

  4. -Captação B-Band no tampo


Depois de tanto escutar os grupos tradicionais de choro, não há quem resista a um violão típico de 7 cordas de aço. Fui parar na casa do Régis, em Jacareí (próximo as cidade dos meus pais, São José dos Campos). Expliquei o que eu buscava e ele fez exatamente o que eu tinha na minha cabeça.


Utilizo as cordas D’Addario Chromo de aço nas cordas G, D, A e E (grave). Cordas D’Addario Pro Arte Extra High Tension - EJ44 nas cordas E (aguda) e B. E na sétima cordas, utilizo o C de violoncelo.


Esse violão tem um timbre característico do tradicional 7 cordas de aço. A invenção dessa mistura de cordas é do Dino 7 Cordas (Horondino José da Silva). Como diz um grande amigo meu, esse violão na roda “é o bicho”!